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sábado, 16 de abril de 2022
6 reinos do samsara e 10 estágios da meditação shamata (vídeo)
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
Lama Padma Samten fala sobre a Pandemia e o cenário atual do mundo
Palestra de Abertura - 2020/2021 (som baixo, use fones)
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Bolhas de Realidade
Bolhas de Realidade
Trecho de um ensinamento de Lama Padma Samten sobre Prajnaparamita durante um retiro em São Paulo (agosto de 2011):
“Todos os seres tem a natureza primordial, estamos na mandala primordial, tudo bem, não tem perigo nenhum. A nossa dificuldade é que, nós construímos as bolhas de realidade, não percebemos que estamos fazendo isto, penetramos em bolhas específicas, e ali dentro, temos a experiência do que é chamado Samsara.
Nesta Roda da Vida nós penetramos através dos elementos, construímos coisas artificiais, tentamos sustentar aquilo de qualquer jeito, nos identificamos com aquilo que aspiramos. Surge uma identidade que opera de forma cada vez mais hábil, ou seja, cada vez mais responsiva, cada vez menos consciente, no sentido de ter uma avaliação sobre sua própria operação.”
fonte: http://www.cebb.org.br/editar-bolhas-de-realidade/
- Vídeo de Gabriel Corbi explicando melhor o conceito de bolhas de realidade em 2018
O conceito de bolhas de realidade está ligado a visão Vajra e a Prajnaparamita
Trecho de um ensinamento de Lama Padma Samten sobre Prajnaparamita durante um retiro em São Paulo (agosto de 2011):
“Todos os seres tem a natureza primordial, estamos na mandala primordial, tudo bem, não tem perigo nenhum. A nossa dificuldade é que, nós construímos as bolhas de realidade, não percebemos que estamos fazendo isto, penetramos em bolhas específicas, e ali dentro, temos a experiência do que é chamado Samsara.
Nesta Roda da Vida nós penetramos através dos elementos, construímos coisas artificiais, tentamos sustentar aquilo de qualquer jeito, nos identificamos com aquilo que aspiramos. Surge uma identidade que opera de forma cada vez mais hábil, ou seja, cada vez mais responsiva, cada vez menos consciente, no sentido de ter uma avaliação sobre sua própria operação.”
fonte: http://www.cebb.org.br/editar-bolhas-de-realidade/
- Vídeo de Gabriel Corbi explicando melhor o conceito de bolhas de realidade em 2018
O conceito de bolhas de realidade está ligado a visão Vajra e a Prajnaparamita
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Lama Padma Samten explicando a Sadana do CEBB
Coletânea de vídeos do Lama Padma Samten comentando ou praticando trechos da Sadana do CEBB. Por favor, deixem nos comentários se acharem mais vídeos que incluo aqui. Também estou pesquisando. :)
* ANÁLISES:
Explicação do Lama sobre os Pujas:
https://youtu.be/HZPlaOuqIG8?t=39m19s
Prece aos Três Kaias do Lama:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h28m28s
Prece a Padmasambava:
(faltando achar)
Prece para Alcançar a Cidadela da Sabedoria Intrínseca:
https://youtu.be/oPTXIJNqOdg?t=52m52s / transcrição (colaboração do Danilo)
O Estado Desperto Autoliberado:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h20m50s
Cinco Bardos (Seis Selos):
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=59m30s
A Iluminação da Sabedoria Primordial:
https://youtu.be/InG7nb2UXVc?t=18m26s
A Inexprimível Confissão Suprema:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h6m56s
(...)
Sutra do Coração da Prajnaparamita:
https://youtu.be/iVGXjdAlckE?t=21m25s
Os oito versos que transformam a mente (retiro inteiro):
https://www.youtube.com/watch?v=fmjHXSU70Jc&list=PLO_7Zoueaxd6Be0J8T6pMVPrf9UVL6gl5
* PRÁTICAS:
Puja Chuva de Bênçãos (legendado):
https://www.youtube.com/watch?v=zkVbcntlbFI&t=1s
Puja Prajnaparamita:
https://youtu.be/floiL6HuKRI?t=6m21s
*Complemento: Marcelo Nicolodi conduzindo o Puja Prajnaparamita em Tibetano: https://www.youtube.com/watch?v=-1xD9UgEvKw / Monja Coen na cerimônia Zen: https://youtu.be/wogWzJ8f8oo
Dedicação de méritos e preces de encerramento:
https://youtu.be/Xo4u6vB0GUM?t=2h29m2s
* ANÁLISES:
Explicação do Lama sobre os Pujas:
https://youtu.be/HZPlaOuqIG8?t=39m19s
Prece aos Três Kaias do Lama:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h28m28s
Prece a Padmasambava:
(faltando achar)
Prece para Alcançar a Cidadela da Sabedoria Intrínseca:
https://youtu.be/oPTXIJNqOdg?t=52m52s / transcrição (colaboração do Danilo)
O Estado Desperto Autoliberado:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h20m50s
Cinco Bardos (Seis Selos):
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=59m30s
A Iluminação da Sabedoria Primordial:
https://youtu.be/InG7nb2UXVc?t=18m26s
A Inexprimível Confissão Suprema:
https://youtu.be/-3QWhD7UBA0?t=1h6m56s
(...)
Sutra do Coração da Prajnaparamita:
https://youtu.be/iVGXjdAlckE?t=21m25s
Os oito versos que transformam a mente (retiro inteiro):
https://www.youtube.com/watch?v=fmjHXSU70Jc&list=PLO_7Zoueaxd6Be0J8T6pMVPrf9UVL6gl5
* PRÁTICAS:
Puja Chuva de Bênçãos (legendado):
https://www.youtube.com/watch?v=zkVbcntlbFI&t=1s
Puja Prajnaparamita:
https://youtu.be/floiL6HuKRI?t=6m21s
*Complemento: Marcelo Nicolodi conduzindo o Puja Prajnaparamita em Tibetano: https://www.youtube.com/watch?v=-1xD9UgEvKw / Monja Coen na cerimônia Zen: https://youtu.be/wogWzJ8f8oo
Dedicação de méritos e preces de encerramento:
https://youtu.be/Xo4u6vB0GUM?t=2h29m2s
- atualização 2024:
- o Darma do Buda no mundo
- Linhas Temáticas - Ação Paramita
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domingo, 7 de janeiro de 2018
O Treinamento da Mente em Sete Pontos de Atisha - vídeo do Lama Alan Wallace
Vídeo completo: https://youtu.be/EP9V_e8odaU
(O livro Budismo com atitude, disponível aqui, acompanha um folder com estes 7 pontos! Aqui a Jeanne Pilli fala mais sobre este ensinamento.)
(O livro Budismo com atitude, disponível aqui, acompanha um folder com estes 7 pontos! Aqui a Jeanne Pilli fala mais sobre este ensinamento.)
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
Dzogchen - Alan Wallace
Achei tão importante que fiz uma tradução livre dessa transcrição do Ethan Dorfman, praticante de NY, do final desta palestra de Alan Wallace. Quem compartilhou no Facebook originalmente foi o Gustavo Gitti, que escreveu:
"Que cada pessoa tenha acesso a essas instruções diretas ainda nessa vida."
...
Mas agora que você vê a mente é o mais importante, então o mais próximo nesta estratégia, neste caminho, é Dzogchen - não é universalmente verdade em todas as escolas do budismo. Agora, investigue a natureza da mente, aquilo que apreende, o que sabe, o que observa. Observe a natureza do agente. Que uma mente que medita, fica chateada, se torna compassiva, se engaja em virtude, não virtude - investigue esse soberano que cria tudo, a mente.
E o que ele diz aqui de volta para Mud and Feathers? "Mais uma vez, em uma experiência visionária, um ser que aparece em um dos seus sonhos diz: Filho da clara essência da luz vajra, abordando Dudjom Lingpa, diz que sua própria mente é a base de todos os samsara e nirvana. A origem a partir da qual ele emerge primeiro está vazia. O local em que se baseia no ínterim, depois que surgiu e antes de sumir, está vazio. O destino para o qual ele finalmente vai está vazio. Percebe a natureza essencial do vazio. Isso, essa mente, não tem forma, forma, cor ou tipo, não é nem uma nem muitas, transcende os parâmetros da existência e da inexistência, está vazio das palavras convencionais de negação e afirmação, é realizada espontaneamente como grande vazio".
Como eu disse que seria pontual, vou encerrar essa citação bastante longa e suculenta porque não há como conseguir terminar em apenas alguns minutos. Aqui está uma estratégia. O meu amigo me pediu um pouco para apontar as instruções. Tudo bem, vamos dar isso, pegue um pouco nisso.
Precisamos de estratégia aqui. Está muito bem falar palavras profundas e citar grandes mestres e assim por diante. Mas quando voltarmos para casa, se formos inspirados por este caminho da Grande Perfeição, como podemos levantar as pernas pequenas e bamboleantes e começar a caminhar no caminho. Vou fazer uma sugestão, está bem?
O que eu sugiro para aqueles de nós que vivem em cidades como Boston, eu moro nos arredores de Los Angeles, eu viajo por cidades de todo o mundo. Todos nós sabemos disso. Nesta era moderna, com este modo de vida, com essa quantidade de informações, essa quantidade de estímulos que temos, a quantidade de carga de trabalho que temos, com as demandas de nossa atenção que temos. Nós estamos executando um experimento em nós mesmos, que eu acho que é uma experiência bastante cruel. Para ver até onde podemos ser pressionados sem pirarmos?
A primeira coisa que tivemos no exercício preliminar é aprender, de forma não trivial, como configurar seu corpo, fala e mente relaxados. Não é de admirar que MBSR, redução de estresse baseada em atenção, seja tão popular e tão útil. Porque as pessoas estão tão desesperadas para obter algum alívio da tensão, do estresse que é apenas desgaste e retira toda a alegria de suas vidas. Então, para aprender através da disciplina, como definir o corpo e a mente relaxados. - A atenção plena da respiração é maravilhosa para isso, acalmar a fala e a mente e o corpo, e, em seguida, a atenção plena, a consciência do corpo inteiro, deixe sua consciência permear todo o campo do corpo.
E no meio disso, já vamos dar um pequeno passo em direção a Dzogchen, a Grande Perfeição. E, ao mesmo tempo, atendendo às sensações correspondentes ou correlacionadas com a respiração, em todo o corpo, tipo de fluxo de energia através do corpo inteiro, correspondente ou relacionado à respiração, ao atender aos movimentos dentro do corpo, correspondentes a respiração, atente para isso de um lugar de quietude. A sua consciência, a sua consciência mental, repousando na quietude, simultaneamente ao fluxo, ao refluxo e ao fluxo, das sensações da respiração em todo o corpo - Tranqüilidade e movimento, quietude e movimento simultaneamente.
À medida que você acalma, à medida que a mente se estabiliza, a clareza da mente, como o sol que se ergue sobre o horizonte, a clareza da mente se torna mais clara e clara. Em seguida, faça um desvio na prática sem parar a prática anterior que é chamada por vários nomes, um deles é simplesmente observar a mente, novamente a partir de um ponto de vista de quietude.
Dirija sua atenção agora de uma só vez para um dos seis domínios de experiência, o domínio dos eventos mentais, dos pensamentos, das memórias, das imagens mentais, do mesmo domínio em que os sonhos surgem à noite, mas também impulsos subjetivos, como desejos e emoções . E da vantagem da quietude, da clareza da quietude, da consciência que está relaxada, parada e clara, observe o teatro da mente - as idas e vindas, pensamentos, emoções, memórias, fantasias e assim por diante. Vindo e indo, surgindo no espaço da mente, dissolvendo-se de volta a esse espaço. E observe de forma contínua daquele ponto de vista da quietude sem o que os psicólogos chamam de Fusão Cognitiva, sem ser pego e levado pelas memórias, desejos, emoções e assim por diante.
E então, enquanto você vai aprofundando, procure os intervalos entre os pensamentos, vá para o espaço da própria mente. E assista claramente, com discernimento... observe qual é a natureza desse espaço. É espaço físico? Este é o espaço da mente. Tem cor? Tem forma? Tem um centro, uma periferia? Tem forma? Tem alguma qualidade física? Observe-o de perto, o próprio espaço da mente.
E então, à medida que avançamos na estratégia, este é um caminho muito condensado, enquanto você for capaz de manter esse fluxo de consciência clara, discernida, consciente, o espaço da mente, e observando também como os pensamentos emergem desse espaço, não emergindo de neurônios, o que é uma ideia louca. A noção de que sonhos e emoções provém de elementos químicos e eletricidade - uma das idéias mais loucas que já ouvi! Mas é o pensamento coletivo. Uma pessoa diz isso, um grupo de pessoas diz isso. OK - dispensemos esse absurdo. Você pode ver pensamentos que surgem do espaço da mente e se dissolvem de volta ao espaço da mente. E os pensamentos não são físicos e o espaço da mente não é físico. Deixe isso para trás! E deixe isso incorporado ao estudo científico da mente. Nós estamos ignorando a perspectiva de primeira pessoa há 150 anos. É hora de parar! Como dizem na Itália, Basta! Já basta. Sejamos científicos no estudo da mente, observando cuidadosamente, como todos os outros ramos da ciência, observem cuidadosamente os fenômenos que eles procuram entender. E não apenas estudar cérebro e comportamento. Duh!
Bem. Então observe o espaço da mente e agora faça algo muito inteligente. Retire o vetor da sua atenção e retire-a diretamente na própria natureza de estar ciente de si mesmo. Não tem direcionalidade, nenhum vetor. Nenhum objeto de atenção fora da consciência em si e simplesmente descansar em um fluxo contínuo de consciência de estar ciente - consciência da própria consciência.
É senso comum que, se você quer entender algo, olhe de perto por um período sustentado. Foi assim que Galileu descobriu as luas de Júpiter, as manchas de sol e as fases de Vénus e as crateras na lua. Ele observou com cuidado e de forma sustentada e começou a revolução científica. É hora de a primeira revolução nas ciências da mente começar. Mas isso significa que temos que fazer o que Galileu fez, o que Darwin fez e o que William James fez: olhe atentamente os fenômenos que você está procurando entender.
Observe a consciência, desnuda, sem mediação. Estamos quase lá - é chamado de Shamatha, é o método mais sutil e profundo de Shamatha que existe em toda a tradição budista: a consciência de estar consciente em si.
E agora um passo adiante e entraremos no domínio da Dzogchen. Agora com cuidado, observe incisivamente o que está observando. Nós chamamos isso de mente. Observe a mente. Nós chamamos de consciência. Observe a consciência. Observe o que está ciente, o que pensa, o que pretende. Observe o observador. E atravesse a mente, até o solo, que é Rigpa.
E a meditação de Dzogchen não é nada mais ou menos do que cortar através da consciência prístina, Rigpa, e ver a realidade dessa perspectiva. E justamente aí está a visão da Grande Perfeição.
Então, na sua prática, - eu apenas te dei o suficiente para mantê-lo ocupado por pelo menos alguns dias - na sua prática, quando você chega ao fim, quando você está vindo para o, onde você é capaz de sustentar o fluxo de consciência da consciência e, então, você corta o fluxo de consciência da consciência, a penetração, o que está ciente, você nota uma distinção entre a consciência que se distrai e fica aborrecido e se centra e se distrai novamente .... E isto é a mente.
Mas, ao atravessar o que está ciente, você pode atravessar uma dimensão de consciência que não é nascida e incessante, que nunca se move, porque não está no tempo. É imutável e você nunca pode agarrar com sua mente conceitual. Por causa dessa linha de base, desse terreno de consciência, do qual emergem todos os estados de consciência condicionados. Transcende os próprios parâmetros da existência e da inexistência. Ele transcende todas as categorias conceituais. Pode ser conhecido. Não é um mistério final. Pode ser conhecido diretamente sem mediação, mas apenas por si só. Pode conhecer a si mesmo. Mas sua mente conceitual não pode compreendê-la. Está além da sua classificação salarial, está além do alcance.
Então, essa Rigpa, essa consciência prístina, está presente agora mesmo. Está onde a sua consciência está. Está onde seus pensamentos estão, não é algo separado. Não é de outra pessoa, não de Deus ou de Buda ou de outras pessoas. É o estado fundamental da sua própria consciência. E vou terminar com esta nota: escondida e visível. Então tente isso e veja o que acontece. Muito obrigado.
Original:
Alan's 10 minutes wrap-up at the end of his Dharma talk yesterday was well worth transcribing - here is my attempt:
...
But now that you see mind is primary, then the next in this strategy, in this path, is Dzogchen - is not universally true in all schools of Buddhism. Now, investigate the nature of the mind, that which apprehends, that which knows, that which observes. Observe the nature of the agent. That a mind that meditates, gets upset, becomes compassionate, engages in virtue, non-virtue – investigate this all-creating sovereign, the mind.
And what does he say here back to Mud and Feathers? “Again in a visionary experience a being appearing in one of his dreams says: Son of the clear light vajra essence, addressing Dudjom Lingpa, says your own mind is the basis of all samsara and nirvana. The origin from which it first emerges is empty. The location in which it relies in the interim, after it arisen and before it passes, is empty. The destination to which it finally goes is empty. Perceive the essential nature of emptiness. It, this mind, it has no form, shape, color or sort, it is neither one nor many, it transcends the parameters of existence and non-existence, it is empty of the conventional words of negation and affirmation, it is spontaneously actualized as great emptiness.”
Since I said I would be punctual, I’m going to wrap up that rather long juicy quote because there is no way I could finish it in just a few minutes. Here’s a strategy. I was asked by one friend of mine to give a bit of pointing out instructions. Alright, lets give it, give it a, take a crack at it.
We need strategy here. It’s all very well to speak profound words and be citing great masters and so forth. But when we return home, if we’re inspired by this path of the Great Perfection, how can we get up on our wobbly little legs and start walking on the path. I’ll make a suggestion, OK?
What I would suggest for those of us living in cities like Boston, I live in the outskirts of Los Angeles, I visit cities all over the world. We all know it. In this modern era, with this way of life, with this amount of information, this amount of stimulation we have, the amount of workload we have, with the demands on our attention that we have. We are running an experiment on ourselves which I think is quite a cruel experiment. To see how far can we be pushed without all of us going insane?
The first thing as we had in the preliminary exercise is to learn, in a non-trivial way, how to set your body, speech and mind at ease. No wonder MBSR, mindfulness based stress reduction, is so popular and so helpful. Because people are so desperate to get some relief from strain, from stress that is just wearing them out, and sapping all the joy from their lives. So to learn through discipline, how to set the body and mind at ease. - Mindfulness of breathing is marvelous for this, settle body speech and mind at ease, and then mindfulness of breathing, full body awareness, let your awareness permeate the whole field of the body.
And in the midst of that, let’s already take a little step toward Dzogchen, the Great Perfection. And that is, while attending to the sensations corresponding to or correlated with the respiration, throughout the entire body, kind of the flow of energy through the whole body, corresponding to or related to respiration, while attending to the movements within the body, corresponding to the respiration, attend to this from a place of stillness. Your awareness, your mental awareness, resting in stillness while simultaneously attending to the flux, the ebb and flow, of the sensations of the breath throughout the body - Stillness and movement, stillness and movement simultaneously.
As you calm, as the mind stabilizes, as the clarity of mind, like the sun rising over the horizon, the clarity of mind becomes clearer and clearer. Then make a segue into a practice that is called by various names, one is simply observing the mind, again from a vantage point of stillness.
Direct your attention now single-pointedly to one out of six domains of experience, the domain of mental events, of thoughts, of memories, mental images, the same domain in which dreams arise at night, but also subjective impulses, like desires and emotions. And from the vantage of stillness, clarity of stillness, awareness that is at ease, still and clear, observe the theater of the mind – the comings and goings, thoughts, emotions, memories, fantasies and so forth. Coming and going, arising in the space of the mind, dissolving back into that space. And observe it in an ongoing way from that vantage point of stillness without, what psychologists call Cognitive Fusion, without getting caught up and carried away by the memories, the desires, the emotions and so forth.
And then as you go deeper, look to the intervals between thoughts, attend to the very space of the mind itself. And attend clearly, discerningly … observe what is the nature of this space. Is it physical space? This is the space of the mind. Does it have color? Does it have shape? Does it have a center, a periphery? Does it have form? Does it have any physical qualities whatsoever? Observe it closely, the very space of the mind.
And then as we move along the strategy, this is a very condensed course, as you are able to maintain that flow of clear, discerning, awareness, the space of the mind, And observing also how thoughts emerge from that space, not emerging from neurons, which is a crazy idea. The notion that dreams and emotions coming from chemicals and electricity – one of the craziest ideas I ever heard! But, it’s group think. One person says it, a bunch of people say it. OK – dispense with that nonsense. You can see thoughts arising from the space of the mind and dissolving back into the space of the mind. And the thoughts are non-physical and the space of the mind is non-physical. Get over it! And let this be incorporated into the scientific study of the mind. We’ve been ignoring first person perspective for 150 years. It’s time to stop! As they say in Italy, Basta! Enough already. Let’s be scientific in the study of the mind by observing carefully like all other branches of science observe carefully the phenomena that they seek to understand. And don’t just study brain and behavior. Duh!
Alright. So observe the space of the mind and now do something very clever. Withdraw the vector of your attention and withdraw it right into the very nature of being aware itself. Have no directionality, no vector. No object of attention outside of awareness itself and simply rest in an ongoing flow of awareness of being aware - consciousness of consciousness itself.
It makes commons sense that if you want to understand something, look at it closely for a sustained period. That’s how Galileo discovered the moons of Jupiter, and suns spots and the phases of Venus, and craters on the moon. He observed carefully and in a sustained fashion and started the scientific revolution. It’s high time for the first revolution in the mind sciences to begin. But that means we have to do what Galileo did, what Darwin did, and what William James did: look carefully at the phenomena you are seeking to understand.
Observe consciousness, nakedly, without mediation. We’re almost there – that’s called Shamatha, it’s the subtlest and most profound method of Shamatha there is in the whole Buddhist tradition: the awareness of being conscious itself.
And now one step further and we’ll step into the domain of Dzogchen. Now carefully, incisively observe that which is observing. We call it the mind. Observe the mind. We call it awareness. Observe awareness. Observe that which is aware, that which thinks, that which intends. Observe the observer. And cut through the mind, right down to the very ground, which is Rigpa.
And Dzogchen meditation is nothing more or less than cutting through to pristine awareness, Rigpa, and viewing reality from that perspective. And that right there is the view of the Great Perfection.
So in your practice, -I just gave you enough to keep you busy for at least a few days – in your practice, when you come to the end, when you’re coming to the, where you’re able to sustain the flow of awareness of awareness, and then you cut through the flow of awareness of awareness to, the penetration to, that which is aware, you note a distinction between the awareness that gets distracted, and gets dull, and gets centered, and gets distracted again …. And that’s the mind.
But as you cut through to that which is aware, you may cut through to a dimension of awareness that is unborn and unceasing, that never moves, because it is not in time. It is unchanging and you can never wrap your conceptual mind around it. Because this baseline, this ground of awareness, from which all conditioned states of consciousness emerge. Transcends the very parameters of existence and non-existence. It transcends all conceptual categories. It can be known. It is not an ultimate mystery. It can be known directly without mediation, but only by itself. It can know itself. But your conceptual mind cannot grasp it. It is beyond its pay grade, it is beyond its scope.
So this Rigpa, this pristine awareness, it is present right now. It is where your awareness is. It is where your thoughts are, it is not something separate. It is not somebody else’s, it not God’s or Buddha’s or some other person’s. It is the ground state of your own awareness. And I’ll end on this note: hidden and in plain sight. So try that and see what happens. Thank you so much.
"Que cada pessoa tenha acesso a essas instruções diretas ainda nessa vida."
...
Mas agora que você vê a mente é o mais importante, então o mais próximo nesta estratégia, neste caminho, é Dzogchen - não é universalmente verdade em todas as escolas do budismo. Agora, investigue a natureza da mente, aquilo que apreende, o que sabe, o que observa. Observe a natureza do agente. Que uma mente que medita, fica chateada, se torna compassiva, se engaja em virtude, não virtude - investigue esse soberano que cria tudo, a mente.
E o que ele diz aqui de volta para Mud and Feathers? "Mais uma vez, em uma experiência visionária, um ser que aparece em um dos seus sonhos diz: Filho da clara essência da luz vajra, abordando Dudjom Lingpa, diz que sua própria mente é a base de todos os samsara e nirvana. A origem a partir da qual ele emerge primeiro está vazia. O local em que se baseia no ínterim, depois que surgiu e antes de sumir, está vazio. O destino para o qual ele finalmente vai está vazio. Percebe a natureza essencial do vazio. Isso, essa mente, não tem forma, forma, cor ou tipo, não é nem uma nem muitas, transcende os parâmetros da existência e da inexistência, está vazio das palavras convencionais de negação e afirmação, é realizada espontaneamente como grande vazio".
Como eu disse que seria pontual, vou encerrar essa citação bastante longa e suculenta porque não há como conseguir terminar em apenas alguns minutos. Aqui está uma estratégia. O meu amigo me pediu um pouco para apontar as instruções. Tudo bem, vamos dar isso, pegue um pouco nisso.
Precisamos de estratégia aqui. Está muito bem falar palavras profundas e citar grandes mestres e assim por diante. Mas quando voltarmos para casa, se formos inspirados por este caminho da Grande Perfeição, como podemos levantar as pernas pequenas e bamboleantes e começar a caminhar no caminho. Vou fazer uma sugestão, está bem?
O que eu sugiro para aqueles de nós que vivem em cidades como Boston, eu moro nos arredores de Los Angeles, eu viajo por cidades de todo o mundo. Todos nós sabemos disso. Nesta era moderna, com este modo de vida, com essa quantidade de informações, essa quantidade de estímulos que temos, a quantidade de carga de trabalho que temos, com as demandas de nossa atenção que temos. Nós estamos executando um experimento em nós mesmos, que eu acho que é uma experiência bastante cruel. Para ver até onde podemos ser pressionados sem pirarmos?
A primeira coisa que tivemos no exercício preliminar é aprender, de forma não trivial, como configurar seu corpo, fala e mente relaxados. Não é de admirar que MBSR, redução de estresse baseada em atenção, seja tão popular e tão útil. Porque as pessoas estão tão desesperadas para obter algum alívio da tensão, do estresse que é apenas desgaste e retira toda a alegria de suas vidas. Então, para aprender através da disciplina, como definir o corpo e a mente relaxados. - A atenção plena da respiração é maravilhosa para isso, acalmar a fala e a mente e o corpo, e, em seguida, a atenção plena, a consciência do corpo inteiro, deixe sua consciência permear todo o campo do corpo.
E no meio disso, já vamos dar um pequeno passo em direção a Dzogchen, a Grande Perfeição. E, ao mesmo tempo, atendendo às sensações correspondentes ou correlacionadas com a respiração, em todo o corpo, tipo de fluxo de energia através do corpo inteiro, correspondente ou relacionado à respiração, ao atender aos movimentos dentro do corpo, correspondentes a respiração, atente para isso de um lugar de quietude. A sua consciência, a sua consciência mental, repousando na quietude, simultaneamente ao fluxo, ao refluxo e ao fluxo, das sensações da respiração em todo o corpo - Tranqüilidade e movimento, quietude e movimento simultaneamente.
À medida que você acalma, à medida que a mente se estabiliza, a clareza da mente, como o sol que se ergue sobre o horizonte, a clareza da mente se torna mais clara e clara. Em seguida, faça um desvio na prática sem parar a prática anterior que é chamada por vários nomes, um deles é simplesmente observar a mente, novamente a partir de um ponto de vista de quietude.
Dirija sua atenção agora de uma só vez para um dos seis domínios de experiência, o domínio dos eventos mentais, dos pensamentos, das memórias, das imagens mentais, do mesmo domínio em que os sonhos surgem à noite, mas também impulsos subjetivos, como desejos e emoções . E da vantagem da quietude, da clareza da quietude, da consciência que está relaxada, parada e clara, observe o teatro da mente - as idas e vindas, pensamentos, emoções, memórias, fantasias e assim por diante. Vindo e indo, surgindo no espaço da mente, dissolvendo-se de volta a esse espaço. E observe de forma contínua daquele ponto de vista da quietude sem o que os psicólogos chamam de Fusão Cognitiva, sem ser pego e levado pelas memórias, desejos, emoções e assim por diante.
E então, enquanto você vai aprofundando, procure os intervalos entre os pensamentos, vá para o espaço da própria mente. E assista claramente, com discernimento... observe qual é a natureza desse espaço. É espaço físico? Este é o espaço da mente. Tem cor? Tem forma? Tem um centro, uma periferia? Tem forma? Tem alguma qualidade física? Observe-o de perto, o próprio espaço da mente.
E então, à medida que avançamos na estratégia, este é um caminho muito condensado, enquanto você for capaz de manter esse fluxo de consciência clara, discernida, consciente, o espaço da mente, e observando também como os pensamentos emergem desse espaço, não emergindo de neurônios, o que é uma ideia louca. A noção de que sonhos e emoções provém de elementos químicos e eletricidade - uma das idéias mais loucas que já ouvi! Mas é o pensamento coletivo. Uma pessoa diz isso, um grupo de pessoas diz isso. OK - dispensemos esse absurdo. Você pode ver pensamentos que surgem do espaço da mente e se dissolvem de volta ao espaço da mente. E os pensamentos não são físicos e o espaço da mente não é físico. Deixe isso para trás! E deixe isso incorporado ao estudo científico da mente. Nós estamos ignorando a perspectiva de primeira pessoa há 150 anos. É hora de parar! Como dizem na Itália, Basta! Já basta. Sejamos científicos no estudo da mente, observando cuidadosamente, como todos os outros ramos da ciência, observem cuidadosamente os fenômenos que eles procuram entender. E não apenas estudar cérebro e comportamento. Duh!
Bem. Então observe o espaço da mente e agora faça algo muito inteligente. Retire o vetor da sua atenção e retire-a diretamente na própria natureza de estar ciente de si mesmo. Não tem direcionalidade, nenhum vetor. Nenhum objeto de atenção fora da consciência em si e simplesmente descansar em um fluxo contínuo de consciência de estar ciente - consciência da própria consciência.
É senso comum que, se você quer entender algo, olhe de perto por um período sustentado. Foi assim que Galileu descobriu as luas de Júpiter, as manchas de sol e as fases de Vénus e as crateras na lua. Ele observou com cuidado e de forma sustentada e começou a revolução científica. É hora de a primeira revolução nas ciências da mente começar. Mas isso significa que temos que fazer o que Galileu fez, o que Darwin fez e o que William James fez: olhe atentamente os fenômenos que você está procurando entender.
Observe a consciência, desnuda, sem mediação. Estamos quase lá - é chamado de Shamatha, é o método mais sutil e profundo de Shamatha que existe em toda a tradição budista: a consciência de estar consciente em si.
E agora um passo adiante e entraremos no domínio da Dzogchen. Agora com cuidado, observe incisivamente o que está observando. Nós chamamos isso de mente. Observe a mente. Nós chamamos de consciência. Observe a consciência. Observe o que está ciente, o que pensa, o que pretende. Observe o observador. E atravesse a mente, até o solo, que é Rigpa.
E a meditação de Dzogchen não é nada mais ou menos do que cortar através da consciência prístina, Rigpa, e ver a realidade dessa perspectiva. E justamente aí está a visão da Grande Perfeição.
Então, na sua prática, - eu apenas te dei o suficiente para mantê-lo ocupado por pelo menos alguns dias - na sua prática, quando você chega ao fim, quando você está vindo para o, onde você é capaz de sustentar o fluxo de consciência da consciência e, então, você corta o fluxo de consciência da consciência, a penetração, o que está ciente, você nota uma distinção entre a consciência que se distrai e fica aborrecido e se centra e se distrai novamente .... E isto é a mente.
Mas, ao atravessar o que está ciente, você pode atravessar uma dimensão de consciência que não é nascida e incessante, que nunca se move, porque não está no tempo. É imutável e você nunca pode agarrar com sua mente conceitual. Por causa dessa linha de base, desse terreno de consciência, do qual emergem todos os estados de consciência condicionados. Transcende os próprios parâmetros da existência e da inexistência. Ele transcende todas as categorias conceituais. Pode ser conhecido. Não é um mistério final. Pode ser conhecido diretamente sem mediação, mas apenas por si só. Pode conhecer a si mesmo. Mas sua mente conceitual não pode compreendê-la. Está além da sua classificação salarial, está além do alcance.
Então, essa Rigpa, essa consciência prístina, está presente agora mesmo. Está onde a sua consciência está. Está onde seus pensamentos estão, não é algo separado. Não é de outra pessoa, não de Deus ou de Buda ou de outras pessoas. É o estado fundamental da sua própria consciência. E vou terminar com esta nota: escondida e visível. Então tente isso e veja o que acontece. Muito obrigado.
Original:
Alan's 10 minutes wrap-up at the end of his Dharma talk yesterday was well worth transcribing - here is my attempt:
...
But now that you see mind is primary, then the next in this strategy, in this path, is Dzogchen - is not universally true in all schools of Buddhism. Now, investigate the nature of the mind, that which apprehends, that which knows, that which observes. Observe the nature of the agent. That a mind that meditates, gets upset, becomes compassionate, engages in virtue, non-virtue – investigate this all-creating sovereign, the mind.
And what does he say here back to Mud and Feathers? “Again in a visionary experience a being appearing in one of his dreams says: Son of the clear light vajra essence, addressing Dudjom Lingpa, says your own mind is the basis of all samsara and nirvana. The origin from which it first emerges is empty. The location in which it relies in the interim, after it arisen and before it passes, is empty. The destination to which it finally goes is empty. Perceive the essential nature of emptiness. It, this mind, it has no form, shape, color or sort, it is neither one nor many, it transcends the parameters of existence and non-existence, it is empty of the conventional words of negation and affirmation, it is spontaneously actualized as great emptiness.”
Since I said I would be punctual, I’m going to wrap up that rather long juicy quote because there is no way I could finish it in just a few minutes. Here’s a strategy. I was asked by one friend of mine to give a bit of pointing out instructions. Alright, lets give it, give it a, take a crack at it.
We need strategy here. It’s all very well to speak profound words and be citing great masters and so forth. But when we return home, if we’re inspired by this path of the Great Perfection, how can we get up on our wobbly little legs and start walking on the path. I’ll make a suggestion, OK?
What I would suggest for those of us living in cities like Boston, I live in the outskirts of Los Angeles, I visit cities all over the world. We all know it. In this modern era, with this way of life, with this amount of information, this amount of stimulation we have, the amount of workload we have, with the demands on our attention that we have. We are running an experiment on ourselves which I think is quite a cruel experiment. To see how far can we be pushed without all of us going insane?
The first thing as we had in the preliminary exercise is to learn, in a non-trivial way, how to set your body, speech and mind at ease. No wonder MBSR, mindfulness based stress reduction, is so popular and so helpful. Because people are so desperate to get some relief from strain, from stress that is just wearing them out, and sapping all the joy from their lives. So to learn through discipline, how to set the body and mind at ease. - Mindfulness of breathing is marvelous for this, settle body speech and mind at ease, and then mindfulness of breathing, full body awareness, let your awareness permeate the whole field of the body.
And in the midst of that, let’s already take a little step toward Dzogchen, the Great Perfection. And that is, while attending to the sensations corresponding to or correlated with the respiration, throughout the entire body, kind of the flow of energy through the whole body, corresponding to or related to respiration, while attending to the movements within the body, corresponding to the respiration, attend to this from a place of stillness. Your awareness, your mental awareness, resting in stillness while simultaneously attending to the flux, the ebb and flow, of the sensations of the breath throughout the body - Stillness and movement, stillness and movement simultaneously.
As you calm, as the mind stabilizes, as the clarity of mind, like the sun rising over the horizon, the clarity of mind becomes clearer and clearer. Then make a segue into a practice that is called by various names, one is simply observing the mind, again from a vantage point of stillness.
Direct your attention now single-pointedly to one out of six domains of experience, the domain of mental events, of thoughts, of memories, mental images, the same domain in which dreams arise at night, but also subjective impulses, like desires and emotions. And from the vantage of stillness, clarity of stillness, awareness that is at ease, still and clear, observe the theater of the mind – the comings and goings, thoughts, emotions, memories, fantasies and so forth. Coming and going, arising in the space of the mind, dissolving back into that space. And observe it in an ongoing way from that vantage point of stillness without, what psychologists call Cognitive Fusion, without getting caught up and carried away by the memories, the desires, the emotions and so forth.
And then as you go deeper, look to the intervals between thoughts, attend to the very space of the mind itself. And attend clearly, discerningly … observe what is the nature of this space. Is it physical space? This is the space of the mind. Does it have color? Does it have shape? Does it have a center, a periphery? Does it have form? Does it have any physical qualities whatsoever? Observe it closely, the very space of the mind.
And then as we move along the strategy, this is a very condensed course, as you are able to maintain that flow of clear, discerning, awareness, the space of the mind, And observing also how thoughts emerge from that space, not emerging from neurons, which is a crazy idea. The notion that dreams and emotions coming from chemicals and electricity – one of the craziest ideas I ever heard! But, it’s group think. One person says it, a bunch of people say it. OK – dispense with that nonsense. You can see thoughts arising from the space of the mind and dissolving back into the space of the mind. And the thoughts are non-physical and the space of the mind is non-physical. Get over it! And let this be incorporated into the scientific study of the mind. We’ve been ignoring first person perspective for 150 years. It’s time to stop! As they say in Italy, Basta! Enough already. Let’s be scientific in the study of the mind by observing carefully like all other branches of science observe carefully the phenomena that they seek to understand. And don’t just study brain and behavior. Duh!
Alright. So observe the space of the mind and now do something very clever. Withdraw the vector of your attention and withdraw it right into the very nature of being aware itself. Have no directionality, no vector. No object of attention outside of awareness itself and simply rest in an ongoing flow of awareness of being aware - consciousness of consciousness itself.
It makes commons sense that if you want to understand something, look at it closely for a sustained period. That’s how Galileo discovered the moons of Jupiter, and suns spots and the phases of Venus, and craters on the moon. He observed carefully and in a sustained fashion and started the scientific revolution. It’s high time for the first revolution in the mind sciences to begin. But that means we have to do what Galileo did, what Darwin did, and what William James did: look carefully at the phenomena you are seeking to understand.
Observe consciousness, nakedly, without mediation. We’re almost there – that’s called Shamatha, it’s the subtlest and most profound method of Shamatha there is in the whole Buddhist tradition: the awareness of being conscious itself.
And now one step further and we’ll step into the domain of Dzogchen. Now carefully, incisively observe that which is observing. We call it the mind. Observe the mind. We call it awareness. Observe awareness. Observe that which is aware, that which thinks, that which intends. Observe the observer. And cut through the mind, right down to the very ground, which is Rigpa.
And Dzogchen meditation is nothing more or less than cutting through to pristine awareness, Rigpa, and viewing reality from that perspective. And that right there is the view of the Great Perfection.
So in your practice, -I just gave you enough to keep you busy for at least a few days – in your practice, when you come to the end, when you’re coming to the, where you’re able to sustain the flow of awareness of awareness, and then you cut through the flow of awareness of awareness to, the penetration to, that which is aware, you note a distinction between the awareness that gets distracted, and gets dull, and gets centered, and gets distracted again …. And that’s the mind.
But as you cut through to that which is aware, you may cut through to a dimension of awareness that is unborn and unceasing, that never moves, because it is not in time. It is unchanging and you can never wrap your conceptual mind around it. Because this baseline, this ground of awareness, from which all conditioned states of consciousness emerge. Transcends the very parameters of existence and non-existence. It transcends all conceptual categories. It can be known. It is not an ultimate mystery. It can be known directly without mediation, but only by itself. It can know itself. But your conceptual mind cannot grasp it. It is beyond its pay grade, it is beyond its scope.
So this Rigpa, this pristine awareness, it is present right now. It is where your awareness is. It is where your thoughts are, it is not something separate. It is not somebody else’s, it not God’s or Buddha’s or some other person’s. It is the ground state of your own awareness. And I’ll end on this note: hidden and in plain sight. So try that and see what happens. Thank you so much.
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sábado, 29 de abril de 2017
O sutra de Vimalakirti
O sutra de Vimalakirti - Palestra de Henrique Lemes no CEBB Campinas - 2017
"As palavras não são a verdadeira natureza das coisas. A liberação espiritual existe onde não há palavras." - Vimalakirti
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Controle de qualidade da prática (Lama Padma Samten)
Vídeo do Lama sobre controle de qualidade da prática
Resumo - Controle de qualidade da prática:
1 - Bodicita relativa (Energia, brilho em todos os lungs)
2 - Devoção (Aparece unida a bodicita)
3 - Aspecto secreto (Sem centro autônomo de acionamento causal da energia, fonte primordial inseparável de nós - mãe Darmata)
4 - Sabedoria primordial (Visão do mundo a partir do Darma - sabedoria primordial - e não mais a visão do mundo a partir do mundo - sabedoria causal)
5 - Liberação da linguagem da identidade (As identidades baseadas nos 12 elos funcionam por um tempo depois cessam)
6 - Materialismo espiritual (É a fixação de identidade dentro do caminho espiritual. Avançamos não porque nos tornamos algo importante, mas porque atingimos uma mente que não é de ninguém)
7 - Tudo vira prática (Quando encontramos obstruções no caminho, aparências assustadoras, atraentes ou indiferentes, não rejeitamos, utilizamos como prática de lucidez)
8 - Ensinamentos para o final do caminho (Ensinamentos de Dudjom Lingpa, Jigme Lingpa, Dilgo Khyentse Rinpoche)
Resumo - Controle de qualidade da prática:
1 - Bodicita relativa (Energia, brilho em todos os lungs)
2 - Devoção (Aparece unida a bodicita)
3 - Aspecto secreto (Sem centro autônomo de acionamento causal da energia, fonte primordial inseparável de nós - mãe Darmata)
4 - Sabedoria primordial (Visão do mundo a partir do Darma - sabedoria primordial - e não mais a visão do mundo a partir do mundo - sabedoria causal)
5 - Liberação da linguagem da identidade (As identidades baseadas nos 12 elos funcionam por um tempo depois cessam)
6 - Materialismo espiritual (É a fixação de identidade dentro do caminho espiritual. Avançamos não porque nos tornamos algo importante, mas porque atingimos uma mente que não é de ninguém)
7 - Tudo vira prática (Quando encontramos obstruções no caminho, aparências assustadoras, atraentes ou indiferentes, não rejeitamos, utilizamos como prática de lucidez)
8 - Ensinamentos para o final do caminho (Ensinamentos de Dudjom Lingpa, Jigme Lingpa, Dilgo Khyentse Rinpoche)
domingo, 27 de março de 2016
3 raízes do Darma
- Lama - Mestre (raiz das bênçãos)
- Yidam - Deidade meditativa / Ser visualizado (raiz das realizações)
- Dakini - Princípio feminino das atividades iluminadas (raiz da atividade iluminada)
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Lama Padma Samten falando sobre Games / Distrações
"Se as pessoas são armadilhadas por jogo de computador, qual é a chance delas? Se elas consideram que elas avançam quando elas respondem mais rápido ao estímulo na tela do computador qual é a chance delas? Elas tão treinando a responsividade, que é o elemento central da prisão. Elemento central da prisão é assim: aparece alguma coisa eu respondo condicionado dentro daquilo. Isso é considerado dentro dos testes de inteligência um dos fatores essenciais. Quanto mais rápidos nós respondemos aos estímulos de uma forma previsível, mais inteligente nós somos. Isso é QI, né?"
Lama Padma Samten
fonte: https://www.youtube.com/watch?v=EN7WqI7KKrg&feature=youtu.be&t=1h43m35s
OBS.: Fiquei contemplando isso e ainda tem outros agravantes, acho: assim como a maioria dos esportes, estimula a competitividade (baseada em avydia, a ilusão de dualidade) e, em alguns casos, banaliza a violência (o oposto de tentarmos construir uma cultura de paz).
Podemos expandir essa percepção para a imensa maioria das distrações, passatempos ou entretenimento dentro do que chamamos normalidade - novelas, filmes, seriados e até mesmo músicas que criem uma bolha ilusória de realidade (como as românticas, por exemplo), reforçando hábitos talvez de muitas vidas.
Porém, é importante lembrar que não se proíbe nada no Budismo de forma dogmática e que, se for causar um sofrimento abandonar radicalmente alguma dessas coisas (mesmo sobrando mais tempo pra meditar), melhor não ser tão radical. Talvez apenas diminuir o tempo gasto com isso.
Outra opção é usar essas distrações como prática, tentando percebê-las de forma lúcida. Esta seria a prática mais elevada. Mas comigo, no videogame, não funcionou muito bem até agora: acabo usando como desculpa pra seguir no vício. :)
OBS. 2: Se sua prática aprofundou a ponto de você não achar mais muita graça nas coisas mundanas ou distrações, leia aqui.
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domingo, 14 de fevereiro de 2016
14 conselhos do coração do Lama Padma Samten para testar sua prática - Instruções piedosas diretas
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Gustavo Gitti - Relacionamentos lúcidos - palestra Cebb Rio - dezembro de 2015
Gustavo Gitti - Relacionamentos lúcidos - palestra Cebb Rio - dezembro de 2015 - Meu resumo e anotações
Buda fala a realidade e não suas ideias próprias.
Experiência condicionada. Experiência cíclica de insatisfação. Duka. A causa da felicidade é a mesma do sofrimento. Se for condicionada.
Ansiedade: queremos a saída sem entender o sofrimento. A primeira coisa é olhar o sofrimento próprio e ao redor.
Começo de namoro: A causa da felicidade já sabemos que será a mesma do sofrimento. Nossa dependência energética. No início do início do namoro, deixamos noa abalar uma demora na resposta do whatsapp etc. É a mesma dependência energética que vai fazer doer a falta no final do namoro. Como se entrássemos numa piscina estranhando: "Está me molhando!" "Está me molhando!"
Não tem ninguém feliz apesar das fotos do Facebook. Perguntem às pessoas. Casal - estão repousados. Muitas vezes um deixando o outro mais estagnado. Em geral, não é amor genuíno e sem apego.
Duka é como a própria respiração. Não dá para parar. Igual a ajustar de posição na meditação. Nunca encontramos uma bolha dourada. Um galho último. Não há cobertor que nos cubra inteiros. Procurar no samsara é perda de tempo. A saída é a iluminação.
Exemplo: Entramos numa relação com uma pessoa cuja mente não para pôr três segundos. Ela fala - eu te amo e que vai cuidar muito de você - mas como acreditar? Como procurar estabilidade assim? Não tem como dar certo. Com energia condicionada. Dependendo do outro e de suas ações para a nossa energia. Para completar, entramos na relação autocentrados. Mas de outro modo é possível. Por que não começar com ambos fazendo shamata? :)
Por isso, é preciso estudar a origem mais sutil do sofrimento. Por que sofremos?
Estamos há muito tempo colecionando soluções mas não sabemos qual é o problema.
O problema não é falta ou excesso de sexo ou liberdade. Nem amor livre ou padrão.
Para não perder tempo, eh preciso buscar a solução mais profunda. É possível liberar o sofrimento em nós é nos outros.
Nossos meios hábeis vão vir justamente de olhar nosso próprio caminho de sofrimento. Por exemplo, ser traído ajuda a ajudar traídos.
O desejo no fundo é chegar em casa, paz. Então o que queremos mesmo é a iluminação. Nunca encontraremos isso com as coisas do mundo todas, inclusive relações.
Mudanças no caminho não mudam a insatisfatoriedade. Exemplo: largar emprego. Daqui a pouco a pessoa já está pirando por não ter nada pra fazer... É assim com tudo no mundo.
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Terceira nobre verdade: a liberação é possível. É preciso confiar na total liberação. Por exemplo, total liberação do ciúme. Total liberação da competição. É preciso de algo total. Acreditarmos nisso. Mesmo ainda não estando com esta capacidade.
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Terceira nobre verdade: a liberação é possível. É preciso confiar na total liberação. Por exemplo, total liberação do ciúme. Total liberação da competição. É preciso de algo total. Acreditarmos nisso. Mesmo ainda não estando com esta capacidade.
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Quarta nobre verdade: há o caminho. Precisamos praticar. Se há um caminho, é possível!
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Tipos do sofrimento :
1- sofrimento da dor (evidente, o próprio sofrimento)
2- sofrimento da mudança, da impermanência. Incapacidade de estabilização em bolhas, mesmo boas. Castelos de areia.
3- sofrimento todo pervasivo. Cuja origem é a ignorância. Só o fato de estar na bolha. Exemplo: achar que está casado. Achar que é um marido. Achar que há uma esposa. "Se achando". Operando com avidya. Difícil liberação. Para sair: prajna! Sair do excesso de seriedade. Não acreditar tão solidamente nos papéis que desempenhamos no teatro da vida.
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Pessoa sofrendo ao contar sua dor: dá detalhes. Quer que você entenda. Detalhes inúteis. Apenas conta fatos. Nível grosseiro. ("Estou me molhando!") Não analisa o principal, além dos fatos: porque a afeta. Nível sutil.
Todos os conselhos são tentar resolver ou controlar no nível grosseiro. Inútil. Melhor não dar conselho assim, em geral. Primeira nobre verdade: o mundo não é consertável. As coisas não são resolviveis. Isso é um alívio!
Há um lugar onde está tudo resolvido. A terceira nobre verdade.
A felicidade não vem de histórias ou ajustes. Nem de histórias que deram certo.
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Exemplo: Traição. Eh apenas uma relação paralela, mesmo que seja algo não ético e que cause sofrimento. Mas é melhor evitar.
Melhor evitar qualquer coisa que gere sofrimento. Ainda mais se desenvolvermos nossa prática e pudermos ver como as ações pequenas podem causar um sofrimento enorme, justamente pela vacuidade de tudo aceitar qualquer luminosidade. Em nós mesmos pelo carma ou diretamente na outra pessoa. Exemplo: você trai e a pessoa e ela se mata por causa disso... Imagine o carma negativo gerado para ambos! A visão de Prajna aumenta nossa responsabilidade ética e não o contrário ("Vale tudo, se é tudo vazio").
Ao mesmo tempo, olhando do ponto de vista do traído (e não como desculpa para trair), comparemos com a amizade. A amizade é uma relação paralela. Por que não nos faz sofrer tanto? Pode dar a mão? Pode. O ombro? Rs. Qual o limite? Há uma questão cultural etc.
Melhor evitar qualquer coisa que gere sofrimento. Ainda mais se desenvolvermos nossa prática e pudermos ver como as ações pequenas podem causar um sofrimento enorme, justamente pela vacuidade de tudo aceitar qualquer luminosidade. Em nós mesmos pelo carma ou diretamente na outra pessoa. Exemplo: você trai e a pessoa e ela se mata por causa disso... Imagine o carma negativo gerado para ambos! A visão de Prajna aumenta nossa responsabilidade ética e não o contrário ("Vale tudo, se é tudo vazio").
Ao mesmo tempo, olhando do ponto de vista do traído (e não como desculpa para trair), comparemos com a amizade. A amizade é uma relação paralela. Por que não nos faz sofrer tanto? Pode dar a mão? Pode. O ombro? Rs. Qual o limite? Há uma questão cultural etc.
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O traído sofre não é pelo que o outro fez. Início de toda relação: surgiu energia. Não interessa a história. No segundo encontro, mantém a energia. O que interessa não é o outro, é a energia q surge em nós. Poder um sobre o outro e controle. Não percebemos que isso nos controla: nossa energia na dependência do outro. Condicionada. Isso é o início real de toda relação. Tudo faz sentido e brilha quando apaixonamos. Mas a causa não é nada do que a pessoa faz ou fala ou é: é a energia condicionada se manifestando em nós.
Por isso, se supera um ex com muita facilidade, em geral, ao se apaixonar por outra pessoa.
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A saída : energia autônoma
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Todos andam com energia baixa, reféns das pessoas que a aumentam. Famintos. Mesmo em coisas menores. Um olhar. Um e-mail etc.
Mas o outro não tem esse poder. Quem brilha é a gente. É a nossa energia.
Mas o outro não tem esse poder. Quem brilha é a gente. É a nossa energia.
Não bancamos os nosso mundo interno. O outro ganha a tarefa de não nos perturbar.
Experimentar: uma semana sem exigir nada de ninguém. Sem cobrar, sem reclamar, sem pedir explicação, sem fazer jogos em busca de mais energia condicionada.
Experimentar: uma semana sem exigir nada de ninguém. Sem cobrar, sem reclamar, sem pedir explicação, sem fazer jogos em busca de mais energia condicionada.
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Nossas teorias de como a vida deveria ser nos impedem de olhar pra vida.
Problemas na crise:
1-Reatividade rápida. Com seriedade e fixação e não um autoexame com mais calma. Conclusão rápida.
2-Muitas certezas
1-Reatividade rápida. Com seriedade e fixação e não um autoexame com mais calma. Conclusão rápida.
2-Muitas certezas
Repetimos infinitas vezes as ações negativas que o outro nos fez por dias. O corpo reage como se fosse o fato original toda vez. Biologicamente comprovado. Melhor soltar. Não há solidez. Não congelar o outro. Deixar sem resolver ou entender ou vingar etc. Apenas soltar.
No meio da depressão ou crise a gente se distrai e fica bem. Mas lembramos... onde está a traição agora? Onde está o processo de divórcio agora? Não há essa solidez. Isso é avidya. A gente sofre pelo pensar. De nossa solidificação de falas do outro. Mas as falas são emocionais e passageiras, mudam. Não ver solidez em elogios nem em falas negativas. Ou atos.
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Saída :
Energia autônoma
Energia autônoma
Mais brincadeira. Menos solidez. Perceber que não há namoradas ou esposas, só pessoas livres. Nem nada no samsara. Coemergência.
Olhar quando começou o namoro. Difícil achar o exato momento.
Não é preciso entender ou resolver histórias. É só soltar. Seguimos respirando. Segue tudo igual. Respira. É só o que precisamos. Respirar.
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Autocentramento. Terceira causa. Visão utilitária dos outros. Quem sofre só fala de si mesmo. É a raiz do sofrimento. Melhor desejar que todas as pessoas sejam felizes do que querer arrumar nossos "meus". Inclusive meu casamento e meu namoro.
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Amar é desejar a felicidade do outro.
Só conseguimos sendo verdadeiramente felizes. Temos que achar que a felicidade verdadeira é possível.
Outros links sobre nossa cegueira no amor romântico:
- http://sobrebudismo.com.br/o-amor-e-lucidez-nos-relacionamentos/ (Lama Jigme Lhawang)
- http://www.cebb.org.br/o-casamento-e-as-cinco-sabedorias/ (Lama Padman Samten)
- http://www.cebb.org.br/audio-lucidez-e-amor-genuino-nas-relacoes/ (Palestra do Lama Padma Samten)
- https://www.youtube.com/watch?v=OifBda7gqas (Palestra da Marcia Baja)
- http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/o-dia-dos-namorados-e-suas-dores/ (Cuidado com o amor romântico - Fabio Rocha)
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domingo, 10 de maio de 2015
5 skandas
Os cinco skandas (ou 5 agregados) são:
Este conceito é anterior ao Budismo. Servia para justificar a existência intrínseca dos fenômenos, mas o Budismo mostra o oposto a partir deles, que nada tem uma existência intrínseca independente. Lama Padma Samten prefere olhar os skandas como inseparáveis.
(fonte: Palestra no youtube, às 2:36)
- forma (rupa - corpo)
- sensação (vedana - nossos sentidos)
- percepção (samjana - nosso gostar ou não gostar)
- formação mental (samskara - nossos hábitos)
- consciência (vijnana - nossas identidades)
Este conceito é anterior ao Budismo. Servia para justificar a existência intrínseca dos fenômenos, mas o Budismo mostra o oposto a partir deles, que nada tem uma existência intrínseca independente. Lama Padma Samten prefere olhar os skandas como inseparáveis.
(fonte: Palestra no youtube, às 2:36)
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Como fazer prostrações?
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Prajnaparamita - Técnica dos 8 elementos - CEBB - Lama Padma Samten
- Link para o próprio Lama explicando no retiro de inverno 2017
- Link para Marcia Baja exemplificando e explicando em 2018 o roteiro de 8 pontos (aprenda aqui o que significa "vazio é forma") / continua aqui
- Link para Gustavo Gitti explicando em 2018
Seguem minhas anotações do que Lama Padma Samten ensinou durante o retiro de inverno 2014, no CEBB Viamão, RS.
Mantra: Lama Padma Samten recitando no Youtube
- Link para Marcia Baja exemplificando e explicando em 2018 o roteiro de 8 pontos (aprenda aqui o que significa "vazio é forma") / continua aqui
- Link para Gustavo Gitti explicando em 2018
Seguem minhas anotações do que Lama Padma Samten ensinou durante o retiro de inverno 2014, no CEBB Viamão, RS.
Mantra: Lama Padma Samten recitando no Youtube
Texto: madjantavibanta de Maytrea
Técnica prática ao contemplar qualquer coisa: "isso é" (iludido) / "não é" (liberado) / "e é" (conscientização de um sonho. Do lado de fora do sonho mas consciente de que, dentro do sonho, é. )
Aprofundamento:
- Meditação:
Eleger formas de qualquer tempo. Grosseiras ou sutis.
Reconhecer sua coemergência com um estado mental interno que lhe dá sentido.
Perceber o movimento de energia (formas atraentes, repulsivas ou neutras). Cada forma está associada a uma bolha de realidade.
Existência e vacuidade não competem. Tratam das mesmas coisas. Basta olhar a coemergência. Processo vazio e luminoso: sem rigidez. Logo, a liberação é possível. Compreensão da mandala vajra.
Na visão budista, o mundo é como um espelho que reflete o conteúdo da mente.
Na visão budista, o mundo é como um espelho que reflete o conteúdo da mente.
A transição não diz respeito aos objetos mas ao lugar, o ponto de onde se pode olhar. Estabilizando isso, aparece a mandala vajra.
- Descrição item a item (roteiro):
0. Estamos no tempo perfeito pra meditar. Lugar perfeito. Todas as condições perfeitas.
1. Puxamos a forma com um item prático a nossa frente. Depois outros skandas.
2. Contemplamos a coemergência
- 2a. Entre mente e forma (grosseiro)
- 2b. Entre mente, forma. energia, paisagem, identidade: a bolha (sutil) o aspecto secreto é o lugar de onde se olha (de fora da bolha)
3. Forma é vazia (grosseiros não contém o sutil) - vacuidade (repousar um tempo ao perceber)
4. Aspecto luminoso coemergente (ex. Cubo desenhado - sutil coemerge com grosseiro, sem contradição)
5. Aspecto grosseiro vazio. Aspecto sutil luminoso. Vacuidade e luminosidade ao mesmo tempo.
6. Cinco lungs. Aspecto grosseiro estimula o aspecto sutil que brota. E a energia se movimenta com o aspecto sutil (aparência do aspecto grosseiro). Notar como a nossa energia muda ao perceber vacuidade e luminosidade.
7. Contemplar a magia disso. Como brota a causalidade da luminosidade,
7. Contemplar a magia disso. Como brota a causalidade da luminosidade,
8. Compreendida a natureza vajra, sorrimos (oferecemos a lucidez de perceber vacuidade e luminosidade das aparências a Samantabadra). O samsara aparece como uma realidade artificial e fugaz, menor, muito menor que a mente do Buda (daí o sorriso). Tipo: "rá, percebi!" :)
Vídeo também:
- Prajnaparamita - Método de 8 pontos do CEBB - Marcelo Nicolodi
- Análise do texto da prajnaparamita
- João Vale - Análise e Puja
- Link para palestra do Lama em 2017 explicando o texto da Prajnaparamita
- Link para o Lama falando do roteiro dos 8 pontos em 2017 #1
- Link para o Lama falando do roteiro dos 8 pontos em 2017 #2
Obs.: Etapa seguinte: repousar na presença. Sabedoria primordial.
Sem nem sabedoria discriminativa. Não precisa nem da estabilidade. Sempre presente. Por isso os treinos em estados mais perturbados também. Não precisa ser Shamata. As formas não tiram a visão do espaço primordial e a luminosidade que dá origem e mantém as aparências vajra. Mantém-se dentro dessa manifestação livre. Dentro da mandala nem é preciso mais foco. Pode-se estar desatento.
Mandala primordial como refúgio sem esforço.
Sem nem sabedoria discriminativa. Não precisa nem da estabilidade. Sempre presente. Por isso os treinos em estados mais perturbados também. Não precisa ser Shamata. As formas não tiram a visão do espaço primordial e a luminosidade que dá origem e mantém as aparências vajra. Mantém-se dentro dessa manifestação livre. Dentro da mandala nem é preciso mais foco. Pode-se estar desatento.
Mandala primordial como refúgio sem esforço.
Ler texto do pico do junipero - mahamudra em 4 itens (apenas quando estiver na mandala primordial).
Depois: meditação nos 5 bardos. Como não se atrapalhar em cada um deles
Depois: contemplação das identidades e dissolução da sensação delas e de existir. Pela clareza de como isso surge. Liberamos a energia. O problema não é operar com uma identidade mas avidya. (Final do bloco 2)
P.S.: O Roberto, do GEBB-Recreio, com base no vídeo do Marcelo Nicolodi acima, fez um outro resumo de apenas 8 pontos, que pode facilitar o entendimento. Compartilho com a autorização dele:
P.S.: O Roberto, do GEBB-Recreio, com base no vídeo do Marcelo Nicolodi acima, fez um outro resumo de apenas 8 pontos, que pode facilitar o entendimento. Compartilho com a autorização dele:
"A análise do prajnaparamita é equivalente a vipassana (investigação da realidade como ela é).
Resumo super-simplificado dos 8 passos:
1) observação das formas - 5 skandas.
2) observar a coemergência.
3) ver a vacuidade.
4) ver a luminosidade.
5) observar simultaneamente a vacuidade e a luminosidade.
6) observar as energias (5 lungs).
7) ver o conjunto da realidade sob os parâmetros da vacuidade e da luminosidade (a magia da vida).
8) equanimidade (não ser arrastado mais pelas paisagens)" - sorriso
OBS.: Melhor evitar qualquer coisa que gere sofrimento. Ainda mais se desenvolvermos nossa prática e pudermos ver como as ações pequenas podem causar um sofrimento enorme, justamente pela vacuidade de tudo aceitar qualquer luminosidade. Em nós mesmos pelo carma ou diretamente na outra pessoa. Exemplo: você trai e a pessoa e ela se mata por causa disso... Imagine o carma negativo gerado para ambos! A visão de Prajna aumenta nossa responsabilidade ética e não o contrário ("Vale tudo, se é tudo vazio").
OBS.: Melhor evitar qualquer coisa que gere sofrimento. Ainda mais se desenvolvermos nossa prática e pudermos ver como as ações pequenas podem causar um sofrimento enorme, justamente pela vacuidade de tudo aceitar qualquer luminosidade. Em nós mesmos pelo carma ou diretamente na outra pessoa. Exemplo: você trai e a pessoa e ela se mata por causa disso... Imagine o carma negativo gerado para ambos! A visão de Prajna aumenta nossa responsabilidade ética e não o contrário ("Vale tudo, se é tudo vazio").
olhamos as coisas e não as vemos. olhamos as coisas e não nos vemos. sem esta separação entre sujeito e objeto nem há linguagem. sem o silêncio primordial, surgem conceitos duais...
olhamos a parede e não vemos o tijolo que a constitui. parece óbvio: parede. parece sólido. é automático. olhamos o tijolo e não vemos o barro de que é feito... assim vai até o infinito.
uma carroça é suas rodas? é suas tábuas? se tirarmos uma roda, continua carroça? qual o limite do que podemos tirar para continuar carroça? e o raciocínio oposto: se juntarmos rodas e tábuas, quando começa a ser carroça? a carroça está no nosso olhar e não percebemos.
linhas traçadas num papel em duas dimensões formam em nós a experiência de um cubo em três dimensões. e nem assim notamos que participamos do que vemos, surgimos junto, criamos junto.
por isso, se estamos num avião caindo sentimos medo. não vemos que não há nem o avião sólido, nem o eu sólido.
fora desta separação, fora do sonho, sem cessar, sem nascer nem morrer, a felicidade verdadeira, incondicionada. silenciosa de conceitos, se reconhecendo lentamente a si mesma em pequenos insights no meio destas letras.
(Fabio Rocha - baseado em vários ensinamentos budistas, do Lama Padma Samten e dos tutores do CEBB)
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Os 4 pensamentos que transformam a mente (ou que redirecionam a mente para o Darma)
Seguem minhas anotações do que Lama Padma Samten ensinou durante o retiro de inverno 2014, no CEBB Viamão, RS.
1- Vida humana preciosa. Temos méritos só pelo Darma (ensinamentos budistas) nos tocar. Nascimento humano nessas condições e com essas capacidades é algo bem raro (basta olhar o mundo!). Temos o potencial para a iluminação. (A ideia de dedicação de méritos para todos os seres ao final das práticas também visa nos mantermos com uma vida humana preciosa, em contato com o Darma, e não no reino dos deuses, por exemplo)
2- Impermanência. Todas as vantagens (ou desvantagens) no samsara não são permanentes. A morte apaga tudo. Depois de um tempo, ninguém nem lembra mais de nossa existência no samsara.
3 - Carma. Lei de causa e efeito. Colhemos o que plantamos.
4 - Sofrimento. Decorrente do carma que plantamos nessa ou em outras vidas. Imprevisibilidade total de tudo no samsara. Ações condicionadas sempre insatisfatórias.
Esse pensamento causa o reforço da motivação em praticar. No CEBB, também temos a Homenagem ao Lama, que seria uma homenagem a todos os mestres que há quase 2500 anos fizeram com que o Darma chegasse até nós e o Refúgio nas 3 Joias (Buda - estado iluminado, Darma - ensinamentos e Sanga - praticantes).
Vídeo do Lama Alan Wallace no trecho em que fala dos 4 pensamentos que transformam a mente
RESUMO DO LIVRO PORTÕES DA PRÁTICA BUDISTA (Chagdud Tulku Rinpoche)
introdução
o lama
impermanência
carma
sofrimento
1- Vida humana preciosa. Temos méritos só pelo Darma (ensinamentos budistas) nos tocar. Nascimento humano nessas condições e com essas capacidades é algo bem raro (basta olhar o mundo!). Temos o potencial para a iluminação. (A ideia de dedicação de méritos para todos os seres ao final das práticas também visa nos mantermos com uma vida humana preciosa, em contato com o Darma, e não no reino dos deuses, por exemplo)
2- Impermanência. Todas as vantagens (ou desvantagens) no samsara não são permanentes. A morte apaga tudo. Depois de um tempo, ninguém nem lembra mais de nossa existência no samsara.
3 - Carma. Lei de causa e efeito. Colhemos o que plantamos.
4 - Sofrimento. Decorrente do carma que plantamos nessa ou em outras vidas. Imprevisibilidade total de tudo no samsara. Ações condicionadas sempre insatisfatórias.
Esse pensamento causa o reforço da motivação em praticar. No CEBB, também temos a Homenagem ao Lama, que seria uma homenagem a todos os mestres que há quase 2500 anos fizeram com que o Darma chegasse até nós e o Refúgio nas 3 Joias (Buda - estado iluminado, Darma - ensinamentos e Sanga - praticantes).
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3 joias |
Vídeo do Lama Alan Wallace no trecho em que fala dos 4 pensamentos que transformam a mente
RESUMO DO LIVRO PORTÕES DA PRÁTICA BUDISTA (Chagdud Tulku Rinpoche)
introdução
- 4 pensamentos como suporte, alicerce, base - sem eles - tudo na prática é inútil e rui. ex: 15 anos praticando e com o mesmo apego, desejo, ignorância, raiva e agressividade de antes na prática, no dia-a-dia é falta de contemplar e realizar os 4P.
- precisa de um esforço para mudar - e não dar desculpas / dores / doenças para não praticar (falta da realização dos 4P) - não é falha dos ensinamentos budistas!
- vida humana preciosa e impermanência - não perder tempo -> praticar o contentamento
- contemplar o carma -> tira o apego da felicidade condicionada convencional (roda da vida girando sempre)
- 4Ps não são ensinamentos inferiores, são o início, a base
o lama
- ajudar na intenção altruísta de sair do sonho da vida pra ajudar outros a saírem
- recordamos as qualidades do lama e rogamos que, pela força de suas bênçãos, os obstáculos de nossa prática se dissipem
nascimento humano precioso
- imensa e rara oportunidade de sair do sofrimento, tempo limitado
- só temos por acumularmos muito mérito no passado
- enorme liberdade para praticarmos
impermanência
- apegos e planos inúteis
- o q restará em cem anos?
- ninguém nunca escapou de doença, velhice e morte
- prática forte pra não perder tempo
carma
- mérito (carma positivo) exaurível (ex: dar comida a alguém com fome) e inexaurível (ajudar a todos os seres a se iluminarem)
- parar de plantar sofrimento em vez de reclamar da colheita
- evitar desvirtude, 10 ações não virtuosas
- purificar carma - om mani pedme hung - motivação/intenção mais correta: livrar todos os seres do samsara
sofrimento
- 3 tipos:
. 1 . da mudança (impermanência)
. 2 . que se sobrepões ao sofrimento (sofrimento mesmo - ex: dor de dente, depois algo pior)
. 3. que tudo permeia (dualidade)
- samsara como pântano pútrido. saída: renúncia. sair dos 3 venenos (3 animais no centro da roda da vida - ignorância, apego e raiva)
- ajudar outros tira o foco do nosso próprio sofrimento
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